Reação chinesa às tarifas de Donald Trump faz bolsas de todo o mundo despencarem

  • 04/04/2025
(Foto: Reprodução)
No Brasil, ao contrário da estabilidade da quinta (3), nesta sexta (4), a Bolsa teve queda de 2,96% e o dólar, que tinha caído, subiu 3,68%, fechando cotado a R$ 5,83. Reação chinesa às tarifas de Donald Trump faz bolsas de todo o mundo despencarem A reação da China fez as bolsas de todo o mundo despencarem. No Brasil, o dólar disparou. O dragão chinês incendiou os mercados do mundo. No Japão, a Bolsa fechou em queda de 2,75%. A da Coreia do Sul caiu 0,86%. Assim que a China anunciou a retaliação, as bolsas europeias derreteram. Londres e Frankfurt caíram quase 5%, e Paris recuou 4,26%. O mesmo aconteceu no mercado americano. O índice Dow Jones despencou 5,5%; e o S&P 500, quase 6%. A Nasdaq, das empresas de tecnologia, teve queda de 5,82%. "A reorganização da economia mundial vai demorar, porque esse é um senhor tranco. Até os agentes econômicos, as empresas, os países começarem a entender o que vai acontecer e olharem para o resultado final de tudo isso, vai demorar um tempo. Então, o que a gente vai ver é uma época no mínimo de muita instabilidade de bolsas, moedas, tal. Mesmo do lado financeiro, porque tem uma instabilidade muito grande”, afirma Nelson Marconi, professor de economia da FGV. A reação da China às tarifas de Donald Trump fez as bolsas de todo o mundo despencarem Jornal Nacional/ Reprodução Economistas, como o professor Nelson Marconi, lembram que o que está acontecendo agora é uma senhora escalada de um duelo de tarifas que vem do passado. No começo do primeiro governo Trump, em 2018, os Estados Unidos taxavam as exportações chinesas em 3%. A China cobrava 8% dos americanos. Trump foi aumentando as tarifas e encerrou o mandato, em 2021, cobrando 19% dos chineses. A China reagiu, chegando a cobrar 21% das exportações americanas. O governo Biden praticamente manteve as tarifas. O que não pareceu tão ruim para o Brasil na quinta-feira (3), nesta sexta-feira (4) mudou de figura. Ao contrário da estabilidade da quinta-feira (3), a Bolsa teve queda de 2,96%. O dólar, que tinha caído, subiu 3,68%; fechou cotado a R$ 5,83. Empresas brasileiras e economistas veem novas oportunidades para a produção nacional diante das tarifas de Trump O economista Roberto Padovani diz que os mercados emergentes, como o nosso, não tinham como escapar dessa briga de tarifas: "Os investidores procuram sair dos ativos considerados arriscados e buscar proteção em dólar, em ouro. E, portanto, sair dos mercados acionários. A médio prazo, o Brasil pode ganhar. As nossas exportações foram relativamente preservadas, existem oportunidades que podem se abrir no mercado norte-americano nesse ambiente de retaliações. O problema é que no curto prazo, o Brasil, como outros países, sofre os impactos financeiros desse ambiente global mais incerto”, diz o economista-chefe do Banco BV. Nesta sexta-feira (4), a Bolsa de Valores de Xangai não operou. Enquanto a sofrência tomou conta do mundo, os chineses ganharam um tempinho para pensar e passear. Nesta sexta foi feriado na China. LEIA TAMBÉM OMC prevê que tarifas americanas vão reduzir negócios globais em 1% em 2025 Guerra comercial: especialistas dizem que americanos vão sentir com mais força as altas de preços Tarifaço de Trump: governo brasileiro defende diálogo e negociação, e avalia que país tem instrumentos para reagir

FONTE: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/04/04/reacao-chinesa-as-tarifas-de-donald-trump-faz-bolsas-de-todo-o-mundo-despencarem.ghtml


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